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terça-feira, 25 de agosto de 2009

THE WOLFMAN - Trailer




Refilmagem do clássico da Universal de George Waggner e Curt Siodmak de 1941, agora com Benicio del Toro e Anthony Hopkins (nos papéis que foram de Lon Chaney Jr. e Claude Rains) e mais Emily Blunt e Hugo Weaving no elenco, com direção de Joe Johnston, música de Danny Elfman e maquiagem especial do mestre Rick Baker - o mesmo do premiado "Um Lobisomem Americano em Londres". Este filme promete!!!

quinta-feira, 1 de março de 2007

E DISSE O CORVO

Um passarinho me contou que está sendo planejada para breve uma biografia dramatizada da vida do genial Alfred Hitchcock. E quem ousaria interpretar o Mestre do Suspense?

...


Anthony Hopkins. O próprio.

Como já disse Hannibal Lecter, "all good things to those who wait".


Good evening.

domingo, 18 de fevereiro de 2007

HANNIBAL RISING




Sempre adorei conhecer detalhes sobre a juventude e os ritos de passagem de personagens queridos como Indiana Jones, Sherlock Holmes, Norman Bates, Batman, Han Solo, Tom Ripley, Antoine Doinel, Damien Thorn.

Agora chegou a vez de descobrir como um jovem lituano brilhante que perdeu toda a família durante a Segunda Guerra se transformou em um dos mais fascinantes psicopatas e um dos mais assustadores vilões da História do cinema.

Para quem gosta do Dr. Lecter, vem aí um dos filmes mais esperados do ano.

Ta-ta,
H.

quinta-feira, 18 de novembro de 2004

"O HOMEM ELEFANTE" ("The Elephant Man", 1980), de David Lynch

Rating:★★★★★
Category:Movies
Genre: Drama


Direção: David Lynch
Roteiro: David Lynch, Eric Bergren, Christopher de Vore, baseado no livro de Ashley Montagu e Frederick Treves
Produção: Stuart Cornfield, Jonathan Sanger, Mel Brooks / BrooksFilms, Paramount
Fotografia: Freddie Francis
Montagem: Anne V. Coates
Música: John Morris, Samuel Barber
Direção de Arte: Robert Cartwright, Stuart Craig
Elenco: John Hurt, Anthony Hopkins, Anne Bancroft. John Gielgud, Wendy Hiller, Freddie Jones, Kenny Baker

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"I`m not an animal! I`m a human being! I... AM... A MAN!"
(John Merrick)

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Sir Anthony Hopkins também trabalhou neste que foi o segundo longa-metragem de David Lynch. Num apropriado preto e branco, “O Homem Elefante” conta a história verídica de John Merrick (John Hurt, numa interpretação extraordinária debaixo de quilos de maquiagem pesada por todo o corpo!), um infeliz cidadão inglês cuja doença – neurofibroplasmose generalizada (médicos e estudantes de medicina, por favor corrijam-me se eu estiver errado! Lembro desse nome apenas de memória) – o transformou numa aberração humana na segunda metade do século 19. Explorado num circo de horrores por um comerciante inescrupuloso (Freddie Jones) e depois resgatado por um médico misericordioso, Dr. Frederick Treves (Sir Anthony Hopkins), que o tratou e tentou dar a ele uma vida digna no London Hospital. Auxiliado também pelas visitas da Srta. Kendal (Anne Bancroft), que demonstra por ele extrema compaixão, Merrick aos poucos vai se sentindo como realmente era, um ser humano e não um animal de circo.

Inusitadamente produzido pelo mestre da comédia satírica americana Mel Brooks (e marido de Anne Bancroft), “O Homem Elefante” é um filme muito triste e tocante. Com ele David Lynch alavancou sua brilhante carreira e, mesmo trabalhando em cima do roteiro de outra pessoa, já mostrou aqui a que veio.

Assisti esse belo filme no saudoso cine Veneza, na avenida Pasteur, na Praia de Botafogo, aqui no Rio, com 15 anos de idade. E foi o primeiro filme que me fez chorar depois que abandonei a infância. Gostaria muito de revê-lo. Com suas atuações em "O Homem Elefante", "Alien" e "O Expresso da Meia-Noite", John Hurt se tornou um dos meus cult-atores desde então.

quarta-feira, 3 de novembro de 2004

"UM PASSE DE MÁGICA" ("Magic", 1978), de Richard Attenborough

Rating:★★★
Category:Movies
Genre: Mystery & Suspense


Direção: Richard Attenborough
Roteiro: William Goldman, baseado no seu próprio livro
Produção: Joseph E. Levine, Richard Levine, C. O. Erickson / 20th Century Fox
Fotografia: Victor J. Kemper
Montagem: John Blom
Música: Jerry Goldsmith
Direção de Arte: Richard J. Lawrence, Terence Marsh
Elenco: Anthony Hopkins, Ann-Margret, Burgess Meredith, Ed Lauter, E. J. Andre

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"Nós só fomos você. Fomos você tempo todo!"
(Fats, o boneco)

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Burgess Meredith (que já foi o Pingüim do seriado "Batman") sobreviveu à explosão d"O Dirigível Hindenburg" e veio parar neste ótimo suspense com toques de terror psicológico. Para quem acha que Hannibal Lecter foi o primeiro psicopata que Anthony Hopkins já encarnou no cinema, veja este filme!!!

Em “Um Passe de Mágica” Hopkins é Corky Withers, um brilhante mas perturbado ventríloquo, que se esconde por trás da forte personalidade de seu boneco Fats. Corky é tímido e Fats terrivelmente abusado. E quando o sucesso bate à porta, Corky foge assustado para sua cidade natal, onde uma velha paixão reprimida de adolescência o espera, a voluptuosa Peggy Ann Snow (Ann-Margret). Só que agora ela está casada e leva uma vida medíocre ao lado do marido (Ed Lauter), o ex-valentão e esportista da escola. Ela toma conta de uma série de cabanas à beira de um lago gelado e Corky se hospeda numa delas. Enquanto Corky e Peggy vão refazendo seus laços, Ben Greene, o empresário dele (Burgess Meredith) o localiza e vai em seu encalço para fazê-lo cumprir um contrato milionário. Só que Corky começa a perder o controle de si próprio e Fats - o seu Mister Hyde pessoal - vai se insinuando para controlar a situação.

"Um Passe de Mágica" ganhou o Edgar Allan Poe Award de melhor filme em 1978. Anthony Hopkins tem uma atuação excepcional, especialmente pelos mesmos méritos que fizeram seu Hannibal Lector tão assustador mais de uma década depois: seu trabalho vocal. Além de viver o ventríloquo Corky, Hopkins também faz a voz do boneco Fats com maestria rara e com timbres que dão calafrios.

A trilha sonora é do mestre Jerry Goldsmith, um dos meus compositores favoritos. Roteiro do ótimo William Goldman, baseado em seu romance. E direção de Sir Richard Attenborough, o mesmo autor de "Gandhi", "A Chorus Line", "Uma Ponte Longe Demais" e "Chaplin", e ator de "Jurassic Park" (o velho John Hammond, dono do Parque dos Dinossauros) e outros filmes.

"Um Passe de Mágica" foi o último filme que assisti no cinema São Luiz, no Largo do Machado, quando ainda era um cinema só, com um grande salão e um lustre gigantesco pendendo do teto, antes de ser fechado e subdividido em duas salas (isso bem antes de ser transformado em 4 salas). Lembro bem que nessa época a entrada era pela galeria comercial da rua Machado de Assis, por causa das obras do metrô. Também lembro que provei Hall`s Cherry Liptus (o Hall`s de cereja) pela primeira vez assistindo ao filme, e ela se tornou minha bala favorita para ir ao cinema depois disso. Tive esse poster pendurado ao lado da minha cama por algum tempo. Confesso que sentia medo desse boneco me olhando. Mas também adoraria ter um "Fats" igual e aprender ventriloquismo, pra botar medo nos outros, hehehe!

Aos interessados em filmes de terror psicológico (ou mesmo sobrenatural) sobre ventríloquos e seus sinistros bonecos, recomendo o último episódio do assustador "Na Solidão da Noite" ("Dead of Night", 1945), de Alberto Cavalcanti, com Michael Redgrave; "Gabbo, o Grande" ("The Great Gabbo", 1929), de James Cruze, com Erich von Stroheim; e dois episódios da série de TV clássica "Além da Imaginação" ("The Twilight Zone", 1959-64), "The Dummy" (62) e "Caesar and Me" (64). E depois tentem dormir.