quinta-feira, 9 de junho de 2005

SONHOS SOBRE RODAS




Se o anúncio da Ipiranga que diz "todo brasileiro é apaixonado por carros" está certo, então eu sou uma exceção à regra. Nunca tive o menor entusiasmo por automóveis. Quando tinha 17 anos e meus amigos de infância ansiavam por ganhar um carro dos pais, eu sonhava em ter dois vídeo-cassetes para copiar filmes e programas. Aprendi a dirigir mas esqueci por falta total de prática. Não sei distinguir um modelo de outro, apenas pela cor. Só consigo identificar Fusca, Kombi, Jeep... e o resto é tudo igual! Sempre disse que o carro ideal pra mim é ter grana suficiente para pegar táxi a hora que eu quiser sem me preocupar com o bolso.

Porém existem alguns veículos sobre rodas que estão presentes nos meus sonhos. Como todos são antigos e/ou caros demais, vão continuar no terreno dos sonhos. Mesmo assim eu continuo os colecionando nem que seja em fotos - e assim que possível em miniaturas e maquetes.


DUESENBERG SPEEDSTER 1935 (de "Indiana Jones e o Templo da Perdição" de Steven Spielberg): O carro usado por Indy na fuga do Club Obi Wan, em Xangai, logo no início do filme, é um dos mais belos modelos já feitos. Tive a sorte de encontrar um igualzinho em São Paulo, bem próximo à casa de uma amiga onde fiquei. As fotos são minhas.

FORD MODELO T: O velho "Ford Bigode", o primeiro carro a ser produzido numa linha de montagem, me fascina desde criança. E passei a gostar mais dele depois de ver um modelo de 2 lugares num episódio da série "O Jovem Indiana Jones", uma das minhas séries favoritas. Tenho dois modelos em metal, um conversível e outro com a capota levantada.

X-WING CAR (inspirado em "Star Wars" de George Lucas): Uma versão sobre rodas da nave X-Wing de "Guerra nas Estrelas", criada e construída por um fã norte-americano da saga. Com direito a "holograma" do Obi-Wan Kenobi no cockpit e unidade R2 no motor para ajudar o piloto a cruzar a galáxia. Bem que eu gostaria de ter um desses no hangar!

HERBIE (da série "Se Meu Fusca Falasse" de Walt Disney): O nostálgico fusquinha dos filmes da Disney tem vaga garantida nos meus sonhos, desde a infância, quando brincava com um modelo de fricção. Eu teria orgulho de ter esse fusca!

BATMÓVEL (do seriado "Batman" com Adam West): Outro sonho de infância é o carro do vigilante de Gotham City, que me fazia vibrar quando saía da batcaverna à toda para mais uma missão contra algum super-vilão. Já tive uma miniatura em metal dessa réplica de Lincoln que se perdeu no limbo.

BATMÓVEL (do filme "Batman" de Tim Burton): A versão mais possante do carro do morcegão criada por Anton Furst em 1989 também é impressionante e de longe a melhor de todos os filmes.

DeLOREAN MÁQUINA DO TEMPO (da trilogia "De Volta Para o Futuro" de Robert Zemeckis): A mais veloz máquina do tempo do cinema, criada pelo hilário Doc Brown, ficaria ótimo na minha garagem, em qualquer década.

PLYMOUTH FURY 1958 (do filme "Christine" de John Carpenter, baseado no livro de Stephen King): Um carro que retribui o amor do dono é tudo o que se podia querer. Ainda mais quando é um belo modelo dos anos 50, num vermelho e branco vibrantes, nunca produzido até 1958. A proteção e o estilo que qualquer motorista de bom gosto precisa.

CAMINHÃO TANQUE PETERBILT (do filme "Encurralado"de Steven Spielberg, baseado no conto de Richard Matheson): Eu também ficaria muito feliz em ter esse sinistro e poderoso caminhão-tanque Peterbilt na porta da minha casa. Contanto que as chaves estivessem no meu bolso! Hehe! Ninguém gostaria de ter um pesadelo desse às suas costas, mas tê-lo ao seu controle não é má idéia.

terça-feira, 7 de junho de 2005

FRANÇOIS TRUFFAUT NO ODEON!

Start:     Jun 7, '05 4:00p
End:     Jun 24, '05 10:30p
Location:     Odeon BR - Praça Floriano, 7 - Cinelândia - Rio de Janeiro - RJ
FRANÇOIS TRUFFAUT: A SAGA DE ANTOINE DOINEL

Este mês o cine Odeon apresenta os cinco filmes do grande cineasta francês com o personagem Antoine Doinel, imortalizado por Jean-Pierre Léaud. Para quem gosta de bom cinema é um programa IMPERDÍVEL!!!

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"OS INCOMPRENDIDOS" ("Les 400 Coups")
França - 1959 - 93'
Com Jean-Pierre Léaud, Claire Mourier, Albert Rèmy.

Mal amado pelos pais, em especial pela mãe, detestando os estudos, o garoto Antoine Doinel, em companhia do seu amigo René, vive matando aula. Depois do roubo de uma máquina de escrever, é mandado para um centro de recuperação para crianças delinqüentes, de onde foge rumo ao mar.

* Prêmio de Direção no Festival de Cannes de 1959.

Dia 12 (dom) às 16hs - Dia 16 (qui) às 14:30hs

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"O AMOR AOS VINTE ANOS" ("'L'Amour à 20 Ans: Antoine et Colette") (curta-metragem)
França - 1962 - 27'
Com Jean-Pierre Léaud, Marie-France Pisier, Rosy Varte, François Darbon, Patrick Auffay.

Paris. Durante um concerto, Antoine ousa abordar Colette, a quem admira em segredo há muito tempo. É muito bem recebido pelos pais da moça, mas Colette deixa Antoine em companhia deles e sai com outro rapaz. Primeiro dos cinco episódios que compõe o filme "O Amor aos Vinte Anos". Os demais foram dirigidos respectivamente por Renzo Rossellini, Marcel Ophuls, Shintaro Ishihara e Andrzej Wajda.

Dia 10 (sex) às 18hs - Dia 17 (sex) às 22:30hs

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"BEIJOS PROIBIDOS" ("Baisers Volés")
França - 1968 - 90'
Com Jean-Pierre Léaud, Delphine Seyrig, Claude Jade.

Findo o serviço militar, Antoine Doinel retorna à vida ativa de civil. Depois de um primeiro emprego de vigia noturno, trabalha como detetive particular de uma agência. É designado para uma missão numa sapataria para vigiar a Sra. Tabard, por quem se apaixona. Esta, por fim, aceita se entregar, com a promessa de que ele não tentaria mais revê-la. Agora, Antoine é técnico de conserto de televisão e volta para os braços de seu primeiro amor, a muito sensata Christine Darbon.

* Indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 1969.

Dia 10 (sex) às 18hs - Dia 17 (sex) às 22:30hs

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"DOMICÍLIO CONJUGAL" ("Domicile Conjugal")
França - 1970 - 100'
Com Jean-Pierre Léaud, Claude Jade, Daniel Ceccaldi.

Antoine Doinel está casado com Christine. Ela dá aulas de violão e ele tinge cravos brancos de vermelho. Rapidamente abandona essa atividade para trabalhar como manobreiro de petroleiros de pequeno porte. Logo depois do nascimento de Alphonse, seu primeiro filho, ele tem um caso com a japonesa Kyoto. Sua mulher fica sabendo e eles se separam. Antoine se cansa de sua nipônica tagarela e tenta reconquistar Christine.

Dia 9 (qui) às 14:30hs - Dia 10 (sex) às 22:30hs - Dia 20 (seg) às 18:30hs

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"AMOR EM FUGA" ("L'Amour en Fuite")
França - 1978 - 94'
Com Jean-Pierre Léaud, Marie-France Pisier, Claude Jade, Dani, Dorothée.

Aos 35 anos, Antoine Doinel continua o mesmo adolescente de sempre. Divorcia-se de sua mulher Christine e começa a rever diversos personagens que marcaram sua vida: Colette, sua primeira paixão, atualmente advogada de renome; e Lucien, ex-amante de sua mãe, agora um senhor de idade respeitável. Prisioneiro de seu passado, Doinel redescobre o futuro em Sabine, uma jovem vendedora de discos por quem se apaixona perdidamente ao ver sua foto.

* Competição oficial do Festival de Berlim 1979.

Dia 15 (qua) às 16:30hs - Dia 24 (sex) às 22:30hs

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Ingressos a R$ 8,00
Venda de ingressos na bilheteria do cinema e através do site ingresso.com.br

sexta-feira, 3 de junho de 2005

SONHO DE CONSUMO (1): R2-D2 CPU

Category:   Computers

Ter meu próprio astromech droid R2 é um sonho antigo. Mas tê-lo como CPU do computador seria fantástico! Como esse achado na internet por um colega de lista de discussão, feito à mão pelo próprio dono.

Esse aí tem:

- Microprocessador AMD 3000+
- Placa mãe Asus A7N8X
- Memória 512 DDR 400Mhz
- Disco rígido 120GB 7200RPM ATA
- Gravador de CD, leitor de DVD,
leitor de disquete, webcam.


Pena que não tem projetor holográfico, não conserta naves, não segue o dono pela casa nem o tira de enrascadas, como o original... hehehe!

Um dia ainda vou fazer meu próprio R2-D2, a exemplo da réplica da Cantina de Mos Eisley que já fiz. Por enquanto só fico babando com esse aí...



sábado, 21 de maio de 2005

"GUERRA NAS ESTRELAS" E A POLÍTICA BUSH


 


"GUERRA NAS ESTRELAS" DISCUTE OS LIMITES DA DEMOCRACIA E MOSTRA A TRAJETÓRIA DE UM MESSIAS RENEGADO
*Jamari França - Globo Online*

RIO - Os efeitos espetaculares e abundantes cenas de batalhas e duelos dos seis episódios desviam a atenção do verdadeiro tema da série "Guerra nas Estrelas", muito pertinente para países do Terceiro Mundo: como uma democracia pode perecer nas mãos de conspiradores que usam a liberdade como arma para derrubar a própria democracia. Até onde devem ir estas liberdades sem que as instituições sejam ameaçadas. No "Episódio III", quando o Senado vota por aclamação para que a República vire um império e o chanceler Palpatine seja o imperador, a senadora Pamdé Amidala exclama: "é assim que a liberdade morre, debaixo de estrondosos aplausos".

Nos Estados Unidos, o filme ultrapassou a categoria de diversão e causou polêmica política por conta de algumas falas, como a de Padmé e a de Anakin, já convertido ao mal, quando confronta seu antigo mestre Obi Wan Kenobi. "Se você não está comigo, então é meu inimigo," diz ele, uma frase que analistas americanos compararam ao "se você não está do nosso lado, está contra nós na guerra ao terrorismo," proferida pelo presidente George Bush quando decretou a guerra ao Iraque como parte de sua cruzada anti-terrorista após o 11 de setembro.

George Lucas alertou que o script original é da época da guerra do Vietnã, os anos 70, com o também republicano Richard Nixon na presidência. Foi um período em que o governo violou as liberdades democráticas, reprimiu protestos com o uso da força e perseguiu oponentes políticos, entre eles o ex-beatle John Lennon. Lucas considera o tema pertinente ainda hoje."Os paralelos entre o que fizemos no Vietnã e no Iraque são inacreditáveis", afirmou. Ele teve a sensação desconfortável de que os Estados Unidos estavam abrindo mão de seus ideais democráticos.

Sem citar o nome de Bush, Lucas mandou uma outra indireta ao se referir à transformação de Anakin em Darth Vader. "A maior parte dos maus se acham bons." Em nome do combate ao terrorismo, o governo Bush criou uma legislação de segurança interna, aprovada pelo Congresso, que permite ao governo uma interferência inédita na vida dos cidadãos, comparada por muitos ao big brother de George Orwell em "1984". As ditaduras latino-americanas foram impostas a pretexto de se salvar a democracia, até hoje uma neófita entre nós. O governo venezuelano anda abusando das "liberdades democráticas" em nome de salvar a democracia. O conflito entre siths totalitários e jedis democratas continua. O tema é atual e está em aberto.


Outra leitura interessante de "Guerra nas Estrelas" envolve um ''escolhido'' que nasceu de uma virgem para restabelecer o equilíbrio da Força (que ninguém explica direito o que é), passa para o lado do mal, massacra milhões, impõe um domínio sobre a galáxia a ferro e fogo e, no fim, é redimido pelo amor paternal. É exatamente o que acontece com Anakin Skywalker/Darth Vader. No ''Episódio I'', ele é um menino escravo no planeta Tatooine e sua mãe revela que ele foi concebido sem pai. O jedi Qui Gon Jinn explica que ele foi gerado pelos midchlorians, microcriaturas que concentram o poder da força e, no caso, criaram o messias, esperado na profecia dos jedis. Ao mesmo tempo em que mostra ser uma criança de extraordinários poderes, vencendo uma corrida de pods contra marginais perigosos com nove anos de idade, ele crescerá demonstrando qualidades negativas de ódio e egocentrismo, tudo que os jedis condenam dentro de princípios que lembram o budismo, no desapego a bens materiais, anulação do ego e controle dos sentimentos humanos, incluindo a sexualidade.

Anakin vai na direção contrária: ele percebe seus poderes e se vangloria deles, é indisciplinado, age na base dos sentimentos em vez da razão, características do lado sombrio da força, como lhe repete sempre seu mestre Obi-Wan Kenobi. E vive 'em pecado', já que um jedi não pode ter uma companheira, com a senadora Padmé Amidala, sua paixão de infância, a quem conheceu quando ela esteve em Tatooine no "Episódio I", começou a namorar e casou no "Episódio II".

Em "A Vingança dos Sith", o amor por Amidala tem papel preponderante no desvio de Anakin para o lado sombrio da Força. Ele tem um sonho premonitório de que ela morrerá no parto, sem saber que ele será o causador da morte por sua opção pelo mal, daí se empenha em conseguir algo que a salve. E o chanceler Palpatine/Darth Sidious explora habilmente o desespero dele, além de levá-lo a exacerbar seu lado negativo até convertê-lo em Darth Vader, o messias renegado. Como todo vilão do cinema ele morre no final, mas se redime salvando o filho, Luke, matando o imperador e restabelecendo o equilíbrio da Força.


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Depois desse texto, soube que os republicanos norte-americanos estão agitados, tentando boicotar o filme de qualquer maneira. Parece que a carapuça do Imperador Palpatine e seu Império galático caiu-lhes perfeitamente bem.


E ainda tem gente preconceituosa que acha que "Guerra nas Estrelas" é apenas coisa de criança... ai, ai...


 

quarta-feira, 18 de maio de 2005

DARTH VADER SINGS "MY DAY"




Logo após ter se transformado em Darth Vader em "STAR WARS: Episode III - Revenge of the Sith" e antes que John Williams compusesse para ele o tema sinfônico "Imperial March" em "O Império Contra-Ataca", o ex-jedi Anakin Skywalker tratou logo de improvisar sua canção-tema.

Pegando emprestada a melodia de "My Way" (que já havia sido "roubada" por Paul Anka da música francesa "Comme d'Habitude", composta por Jacques Revaux, Gilles Thibault, Claude François), e usando seus terríveis poderes, o mais novo dark lord of the Sith do Imperador Palpatine convenceu Frank Jacobs a escrever uma letra sobre a famosa melodia para dar idéia a nós, pobres mortais, de como é o seu dia no Lado Negro da Força...

"MY DAY"
(Música de Jacques Revaux, Gilles Thibault, Claude François. Letra de Frank Jacobs)

Each day
I must prepare
to took my best
For each attack here!
I love
The cape I wear
I'm always dressed
In basic black here!
I then
Put on my mask
I have it shined
Each week on Friday!
And this
Should tell you how
I'm starting
My day!

At noon
I have a meal
Of molten lead
On shredded granite!
And if
Depressed I feel,
I wipe out dead
A passing planet!
Each world
That's blown to bits
Can turn a low
Into a high day!
And this
Should tell you how
I'm spending
My day!

Then later on
'Bout half-past three,
I ter-ror-ize
A gal-ax-y!
I blast their ships!
They pay the price
Until they call
Me "Mister Nice"!
To me they bow
And that is how
I'm spending
My day!

At four
I burn alive
A rebel crew
That I am seizing!
And then
Just after five,
When work is throught,
I practice wheezing!
I've had
A nif-ty time
Real peachy-keen
An apple-pie day!
And that
Should tell you how
I'm spending
My day!

But should someone say
My breath is bad
Well, golly gee,
That makes me mad!
He'll find his fate
Is rather grim
When I bend down
And breathe on him!

And as he dies
With awful cries
I'M ENDING
MY DAY!

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E nessa mesma noite, na mais cara e bem freqüentada boate de Coruscant, o Príncipe Xizor - aliado do Imperador Palpatine - também deu uma canja cantando "Bastidores", de Chico Buarque de Hollanda. "Canteeeeei!... Canteeeeei!..."

segunda-feira, 16 de maio de 2005

O FIM CHEGOU!




PRONTO! Enfim, a espera que para mim começou no dia 30 de janeiro de 1978, no cine São Luiz, terminou. Acabei de assistir a "STAR WARS: Episode III - Revenge of the Sith". E não enfartei no cinema!


MAY THE FORCE BE WITH US ALL!!!


 

terça-feira, 3 de maio de 2005

ALTA ANSIEDADE!





Dois filmes. Um estréia no dia 13 e o outro no dia 20 de maio.

Um estou esperando desde o início do ano passado. "Casa de Areia", de Andrucha Waddington, da Conspiração Filmes, conta a história de três gerações de mulheres de uma família que vive nos Lençóis Maranhenses. E é protagonizado por Fernanda Montenegro e Fernanda Torres. É a primeira vez que mãe e filha dividem o estrelato no cinema. E eu mal posso esperar pra assistir!

O outro estou esperando desde 1978, quando Alec Guinness contou a Mark Hammill o que Darth Vader fez para chegar onde chegou. Agora, 27 anos depois, chegou a hora de ver com meus próprios olhos o fim (melhor dizendo, o meio) da saga da família Skywalker com a última parte da nova trilogia de George Lucas, "Star Wars - Episódio 3: A Vingança dos Sith".

Pra quem tem Fernandinha Torres como musa máxima e "Guerra nas Estrelas" como a saga de ficção científica favorita de todos os tempos, é um verdadeiro teste cardíaco aguardar para ver estes filmes com uma semana de diferença!!!

HAJA CORAÇÃO! E QUE A FORÇA ESTEJA CONOSCO!