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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

IS THERE ANYBODY OUT THERE? (Pink Floyd)


Description:
Música e letra de Roger Waters.

Do álbum THE WALL (1979), o 11o. do Pink Floyd.


Ingredients:
Is there anybody out there?
Is there anybody out there?
Is there anybody out there?
Is there anybody out there?

Directions:
Outra diretamente do fundo do poço... praticamente uma ode à solidão... desta vez com um arranjo de violão de fazer chorar.

A letra da canção é o que penso todos os dias daqui de dentro da minha estação espacial... haverá vida lá fora? Porque pelo que vejo da tela do meu computador, pela minha TV e pelo telefone ninguém fala a minha língua e parece que não sou compreendido por (quase) ninguém... quem me entendia e falava a minha língua morreu ou se mudou para uma galáxia muito distante...

sexta-feira, 20 de outubro de 2006

David Gilmour - There's No Way Out Of Here




Uma das canções que mais marcou minha adolescência. E infelizmente pouco conhecida fora do círculo de fãs de David Gilmour e do Pink Floyd. Foi o primeiro "hit" de Gilmour e faz parte do primeiro álbum solo dele, David Gilmour, de 1978.

THERE'S NO WAY OUT OF HERE
(Ken Baker)


There's no way out of here
When you come in
You're in for good
There are no answers here
When you look out
You don't see in
There are no boundaries set
The time and yet
You waste it still

So it slips through your hands
Like grains of sand
You watch it go
There's no time to be lost
You'll pay the cost
So get it right
There's no way out of here
When you come in
You're in for good

There never was there an answer
There an answer
Not without listening
Without seeing

There's no way out of here
When you come in
You're in for good
There are no answers here
When you look out
You don't see in
There was no promise made
The part you played
The chance you took

There's no way out of here
When you come in
You're in for good

quarta-feira, 19 de abril de 2006

ONE OF THESE DAYS


... I'M GOIN' TO CUT YOU INTO LITTLE PIECES!


 


 


 


 


 


(do álbum "Meddle". Composição de Roger Waters, Richard Wright, Nick Mason, David Gilmour)

domingo, 22 de janeiro de 2006

ECHOES (Pink Floyd)



ECHOES


(Waters, Wright, Mason, Gilmour)


 


Overhead the albatross
Hangs motionless upon the air 
And deep beneath the rolling waves
In labyrinths of coral caves 
The echo of a distant time
Comes willowing across the sand
And everything is green and submarine.

And no one showed us to the land
And no one knows the wheres or whys.
Something stares and something tries
Starts to climb toward the light...

Strangers passing in the street
By chance two separate glances meet
And I am you and what I see is me.
And do I take you by the hand
And lead you through the land
And help me understand the best I can.

And no one called us to the void
And no one crosses there alive.
No one speaks and no one tries
No one flies around the sun...



Almost everyday you fall
Upon my waking eyes,
Inviting and inciting me to rise.
And through the window in the wall
Come streaming in on sunlight wings
A million bright ambassadors of morning.

And no one sings me lullabyes
And no one makes me close my eyes
So I throw the windows wide
And call to you across the sky...


 

quarta-feira, 24 de agosto de 2005

NOBODY HOME (Pink Floyd)


Description:
Música e letra de Roger Waters.

Do álbum THE WALL (1979), o 11o. do Pink Floyd.


Ingredients:
I got a little black book with my poems in
Got a bag, with toothbrush and comb
When I’m a good dog they sometimes throw me a bone

I got elastic bands keeping my shoes on
Got those swollen hands blues
Got thirteen channels of shit on the TV to choose from

I got electric light
And I got second sight
Got amazing powers of observation
(and that is how I know)

When I try to get through
On the telephone to you
There’ll be nobody home

I got the obligatory hendrix perm
And the inevitable pinhole burns
All down the front of my favorite satin shirt

I got nicotine stains on my fingers
I got a silver spoon on a chain
Got a grand piano to prop up my mortal remains

I’ve got wild, staring eyes
And I got a strong urge to fly
But I got nowhere to fly to
(fly to... fly to... fly to... fly to...)

Ooooo babe!
When I pick up the phone
There’s still nobody home

I got a pair of gohills boots
I got fading roots


Directions:
Outra diretamente do fundo do poço... praticamente uma ode à solidão... com Richard Wright num dos arranjos de piano mais lindos jamais ouvidos num álbum de rock.

ONE OF MY TURNS (Pink Floyd)


Description:
Música e letra de Roger Waters.

Do álbum THE WALL (1979), o 11o. do Pink Floyd.


Ingredients:
Day after day, love turns gray
Like the skin of a dying man.
And night after night, we pretend its all right
But I have grown older
And you have grown colder
And nothing is very much fun any more.
And I can feel one of my turns coming on.
I feel cold as a razor blade,
Tight as a tourniquet,
Dry as a funeral drum.

Run to the bedroom,
In the suitcase on the left
You'll find my favorite axe.
Don't look so frightened
This is just a passing phase,
One of my bad days.
Would you like to watch TV?
Or get between the sheets?
Or contemplate the silent freeway?
Would you like something to eat?
Would you like to learn to fly?
Would'ya?
Would you like to see me try?

AAAH, no!

Would you like to call the cops?
Do you think it's time I stopped?
Why are you running away?


Directions:
Paranóia, esquizofenia, depressão, solidão... a trilha perfeita para quando tudo isso bater à porta.

segunda-feira, 22 de novembro de 2004

"PINK FLOYD - THE WALL" (Idem, 1982), de Alan Parker

Rating:★★★★
Category:Movies
Genre: Cult


Direção: Alan Parker
Roteiro: Roger Waters e Alan Parker, baseado no álbum "The Wall", do Pink Floyd
Produção: Alan Marshall, Garth Thomas / MGM
Fotografia: Peter Biziou
Montagem: Gerry Hambling
Música: Roger Waters, David Gilmour, Nick Mason, Richard Wright e Michael Kamen
Direção de Arte: Chris Burke, Clinton Cavers, Brian Morris
Elenco: Bob Geldof, Christine Hargreaves, James Laurenson, Eleanor David, Bob Hoskins, Kevin McKeon, Alex McAvoy, Michael Ensign

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"Is there anybody out there?"
(Pink)

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Quatro anos depois de "O Expresso da Meia-Noite", Alan Parker dirigiu este delí­rio psicótico-musical ao som de Pink Floyd. Disse a crí­tica: “É terrível, hipnótico, alucinatório e repulsivo. Numa palavra, brilhante”. “Os sentimentos do filme estão anos-luz além da celebração pop da puberdade que os Beatles trouxeram e da explosão satânica da adolescência no início dos Rolling Stones. E vai além do niilismo punk da década de 70. Entra na dimensão que só pode ser descrita como zona morta. A reflexão do filme é fetal”. Escrito por Roger Waters, um dos fundadores do Pink Floyd, em 1965, e do qual foi letrista principal desde 1968, “Pink Floyd – The Wall” tem um pouco mais que uma dúzia de linhas de diálogo. A narrativa se desenvolve através das músicas do álbum “The Wall” (1979), combinando-as com um espetáculo de imagens fragmentadas, misturando fantasia melodramática, flash-backs em estilo documentário, trechos de programas de TV e de filmes antigos em preto e branco, visões surreais, seqüências de cartuns simbólicos (tão impressionantes quanto as imagens criadas por Alan Parker são os desenhos animados de Gerald Scarfe, cartunista inglês que já trabalhou na animação de concertos do Pink Floyd. Todas as fantasias que Waters e Parker não puderam capturar em música e ação fílmica, Scarfe trouxe para a vida sob a forma de desenhos metafóricos). O resultado é um amálgama extraordinário, de uma espécie raramente conseguida na tela, quase impossível de ser imitada, como acontece com os sons inconfundíveis produzidos pelo Pink Floyd. Com Bob Geldof como o astro Pink, Eleanor David como sua esposa, Christine Hargreaves como a mãe, Alex McAvoy como o professor e Bob Hoskins fazendo seu empresário.

Pink Floyd sempre foi minha banda de rock favorita e este foi um dos dois filmes que mais assisti na vida, no cinema: 29 vezes. Quase todas na mesma semana no cine Veneza, na praia de Botafogo, aqui no Rio. Num tempo bom em que se podia pagar um ingresso e assistir o filme quantas vezes se quisesse, sem ser enxotado pra fora como nesses cineminhas de shopping de hoje em dia. Fiquei rouco de tanto cantar da minha cadeira cativa na segunda fileira do Veneza, enquanto o resto do público se deprimia. Este foi outro pôster que freqüentou a parede do meu quarto por longos anos, sendo que escaneei o folheto autografado pelo próprio Alan Parker (no canto superior esquerdo). Assistir “Pink Floyd – The Wall” no cinema é uma das experiências que tive que me faz perguntar por que alguém precisa usar drogas para 'viajar', delirar, alucinar e ter experiências extraordinárias. Sinceramente, com um filme desses, PRA QUÊ?

Mais um poster brasileiro. Sempre que possí­vel postarei as versões nacionais dos cartazes de filmes estrangeiros comentados aqui, como já fiz em "Um Passe de Mágica" e "O Expresso da Meia-Noite". Este foi autografado pelo próprio Alan Parker quando esteve aqui no Rio para um festival de cinema.